
Eu criei este blog com a intenção
de criar um elo de comunicação informal
a todos que aqui me vizitam
E de fato, consegui
Houve uma comunicação muito gostoza
entre todas as pessoas que costumam
ler as minhas mensagens
e deixar seus comentarios
eu tenho
um imenso carinho
de ler todos os comentarios
que vocês meus queridos
escrevem nesse humilde blog
E pra vocês
Que eu escrevo cada post
Muito obrigada por tudo
Bjs
- Postado por: Tati às 10h52 PM
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Tem uma coisa que esta me deixando preoucupada. O meu blog. Sabe, eu acho que ele não esta muito agradável. Gostaria de pedir encarecidamente, á todos que aqui me visitam para dizer o que deve ser melhorado. Por favor me ajudem. Quero que este blog, esteja melhor possivel. Para agradar a todos
Muito obrigada bjs
- Postado por: Tati às 09h52 PM
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Olá. Estou muito feliz com os ultimos acontecimentos na minha vida.Esta tudo maravilhozo Meu trabalho está a mil por hora. O meu relacionamento com meu namorado não podia estar melhor.Já estamos no nosso 3° ano, e tudo está gloriozo. Estamos em uma fase madura. Hoje conhecemos o verdadeiro significado do amor. Ja não temos dúvidas que nascemos um para o outro. E que sou a mulher da vida dele e ele é o homem da minha. È claro que vivemos algubs conflitos, mas quem não vive?? O que importa é que fazemos um ao outro muito felíz.
OBS: Coloquei a fotos do Sherek.
Pois eu e meu namorado.
Somos como Fiona e Sherek.
- Postado por: Tati às 09h35 PM
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Domingo, 17 de abril de 2005, 07h53 Atualizada às 17h24 Skol Beats cresce e bate recorde de público
Reinaldo Marques/Redação Terra
A platéia do Skol Beats 2005 foi de 57.500 mil pessoas
Ao anunciar esta sexta edição do Skol Beats, os organizadores prometiam que em 2005 o evento seria o maior de todos. E foi, tanto em tamanho, duração, público e brilho musical. Mais de 57 mil pessoas viram o festival amadurecer e realizar uma edição histórica. Assista aos melhores vídeos! Veja fotos!
Ao todo foram 21 horas consecutivas de música no Anhembi com mais de 50 atrações espalhadas em uma área de 167 mil m2, 53% a mais do que o ano passado. A diversidade musical foi de apresentações ao vivo de electro-rock a shows tradicionais de DJs renomados de drum'n'bass.
Segundo os organizadores, 57.500 pessoas estiveram no Anhembi neste fim de semana. O número surpreende ainda mais por se tratar de uma edição não tão generosa em estrelas. Não houve apreensão de drogas no interior do evento e os seguranças estavam presentes em toda a parte, o que evitou focos de brigas. Na equipe constavam 1000 policiais militares, 80 policiais civis e 2.100 seguranças particulares.
Os oito postos médicos espalhados pelo Anhembi contabilizaram um total de 300 atendimentos. Nenhum deles apontou casos graves, apenas ocorrências de rotina como maus súbitos e pequenas contusões. No quesito música, os nomes de destaque da programação não decepcionaram. Tudo começou com o escocês Mylo, que fez uma performance ao vivo na Arena e promoveu uma festa de electro-rock. Do eletrônico ao rock sem deixar de lado o clássico Jump, do Van Halen.
O mesmo palco receberia ainda Rollo e Sister Bliss, da dupla Faithless, também para uma apresentação ao vivo. Os dois eram professores, os fãs eram alunos e o show transformou-se em aula. Uma lição e tanto de como misturar house e pop sem perder a personalidade underground.
Longe dali, no complexo que abrigava as tendas Movement, Skol Club e BBC Radio 1, as picapes gritaram umas com as outras, mas era uma festa e não uma briga.
Que tenda consegue agitar mais? Nessa disputa a Movement ganhou. O drum'n'bass é de fato um dos estilos prediletos dos brasileiros. Assim ficou fácil para que XRS, Patife e Marky mostrassem que o País é pródigo em DJs de sensibilidade e qualidade.
Mas a falta de agitação nas outras tendas foi compensada com talento. A BBC Radio 1, por exemplo, abrigou a música do inglês Pete Tong e da dupla Layo & Bushwacka!, e ainda teve humildade para receber o mineiro Anderson Noise e seu funky tecno.
No Skol Club houve dois grandes nome da noite. Sasha e John Digweed promoveram um encontro marcante. Se a parceria não foi inédita, pelo menos foi histórica. Às 4h da manhã de domingo as batidas dos britânicos chamavam a atenção até de quem buscava descanso.
Com mais espaço, e mais atrações, o Skol Beats 2005 encerra-se de forma bastante positiva. A festa provou que 21 horas de música não é exagero. E quando se trata do encontro da música eletrônica com os fãs brasileiros, sempre dá para dançar mais um pouco.
- Postado por: Tati às 09h02 PM
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Embarque rumo ao sonho realizado
A Baixada Fluminense não é apenas o retrato da violência. Prova disso são os 15 jovens da Casa do Menor São Miguel Arcanjo, no bairro Miguel Couto, em Nova Iguaçu. Com idade entre 10 e 18 anos, eles farão, a partir desta quinta-feira, uma turnê pela Europa com o espetáculo “Filhos do Brasil ? uma luz chegou”. O objetivo da viagem é contar a história do país por meio de música, dança, teatro, capoeira e percussão, além de promover a paz e a solidariedade entre os povos. A idéia é mostrar também o trabalho realizado na entidade há 19 anos, com crianças e jovens que vivem em risco social na região. De malas prontas, os ex-meninos e ex-meninas de rua farão pelo menos 60 apresentações gratuitas até 19 de maio em praças, igrejas, escolas e teatros de Itália, Mônaco e França.
O grupo, que será acompanhado de perto por educadores da Casa do Menor, passará por 20 cidades, entre elas, Cuneo, Mondovi, Nápoles, Roma e Bari, na Itália; Monte Carlo, em Mônaco; e La Turbie, na França.
— Os espetáculos terão uma hora e meia de duração. Mostraremos a chegada dos portugueses ao Brasil, as revoluções, a ditadura militar, o impeachment do ex-presidente Collor e as questões sociais. Queremos transmitir ainda a alegria do povo brasileiro — revela o coordenador de teatro, Ramiro Maia.
O convite para a turnê européia foi feito por entidades italianas que colaboram com a Casa do Menor. Essa é a terceira vez que a entidade participa dessa iniciativa. A primeira foi em 2000 e a segunda, três anos depois, com jovens da unidade de Fortaleza.
— Sempre sonhei em sair do país. Nós queremos mostrar o nosso valor cultural aqui e no exterior. Nossa região não tem apenas violência — afirma Eduardo Lima da Silva, de 15 anos, que está há quase dois anos na Casa do Menor São Miguel Arcanjo, onde 160 meninos e meninas carentes são assistidos.
Na bagagem, os artistas levarão um figurino confeccionado por uma cooperativa formada pelos próprios pais, que moram em Nova Iguaçu, Belford Roxo, Queimados e Mesquita, além de instrumentos de percussão. Tudo foi preparado com todo o cuidado para dar certo e ainda chamar a atenção do público.
— Não levaremos apenas a cultura lá para fora. Será mais do que isso: queremos promover a paz, que também é muito importante para todos — adianta Alex Júnior dos Santos, de 15 anos, morador da Casa do Menor há quatro.
- Postado por: Tati às 04h01 AM
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Sorrisos na passarela, barraco e pânico nos bastidores
Leticia Rio Branco - Globo Online
RIO - Os babados e paetês foram deixados de lado. O sorriso esticado, marca registrada das misses, ainda conseguiu se manter intacto. De resto, muita simplicidade. Algumas derrapadas também marcaram a 51ª edição do Miss Brasil 2005, realizado no tradicional Hotel Copacabana Palace, na quente noite de outono carioca, em que nem o ar-condicionado esfriava os ânimos.
Já na entrada do hotel um pequeno grupo de curiosos se aglomerava para ver as misses de perto. Em vão. Quem disse que elas entrariam pela porta da frente? Elas já estavam há muito tempo no camarim, entre secadores e grampos de cabelo. Lá o clima fervia.
- Isso aqui é uma loucura, cada uma quer uma coisa! - exclamava o maquiador Fernando Torquato, preferido das celebridades.
No camarim próximo ao palco do salão Golden Room, a confusão se tornou insuportável quando a ex-bbb e terceira colocada no Miss Brasil 2004, Grazielli Massafera, chegou poderosa no seu modelito Carlos Tufvesson: todos queriam uma foto ao lado da musa, preocupada com sua performance na hora da entrega da faixa à terceira finalista do concurso.
- Quanto mais você vai falando, menos entendo - dizia ela a um dos produtores do evento que explicava o que ela deveria fazer no palco.
Grazi aproveitou para falar sobre o seu futuro na Rede Globo:
- Ainda não sei o que vai acontecer, estou nas mãos deles - contou ela "muito chateada" com a matéria de um jornal carioca que dizia que a bela iria substituir a apresentadora Xuxa na TV.
Quase batiam as dez badaladas, horário marcado para o início do evento, quando a Miss São Paulo, Glenda Sacomano, passou mal com pressão baixa. Na falta de um sal ou coisa parecida, o jeito foi comer um chocolate que estava sobrando no camarim.
Depois do susto, as misses se juntaram para a inevitável oração. Chaperonas (as "babás" de cada miss) se unem a elas e rezam o Pai-Nosso. E mais um pepino para ser resolvido: a Miss Rondônia diz estar apertada para ir ao banheiro. Mas a chaperona não quer nem saber e grita um "não" daqueles:
- Eu falei. Tinha que fazer pipi antes!
Hora do show. A Miss Brasil 1997, Nayla Micherif, apresentadora da noite e ostentando o lindo colar de ouro e diamantes (um Fireworks de polpudos US$ 150 mil), da Amsterdam Sauer, começa a anunciar as 27 candidatas com sua voz empostada em excesso. As moças entram, evoluem na passarela e dão de cara com um microfone. Cada uma berra, com os braços abertos, a cidade e o estado que representam. Estranho. Mais estranho ainda: o traje típico de cada estado foi mostrado num vídeo. Detalhe: os trajes mais pareciam fantasias de destaque de escola de samba.
Trajes à parte, a trilha sonora foi um acerto: Bossacucanova, Simoninha e Cris Dellano embalaram a platéia de 200 pessoas com clássicos da MPB, como "Essa moça tá diferente", de Chico Buarque, coincidentemente com tais versos: "Essa moça tá diferente/ Já não me conhece mais/ Está pra lá de pra frente/ Está me passando pra trás / Essa moça tá decidida/ A se supermodernizar".
O desfile de inverno da coleção da Colcci foi também um ponto a favor e mostrou que as misses poderiam ser boas modelos. Nesse momento, a expressão foi séria e o olhar penetrante, como diz o manual básico de qualquer top.
Desfile de biquíni é aprovado por ex-misses
O momento que causaria polêmica foi bastante aplaudido. Assim que pisaram no palco de biquínis, ninguém arregalou os olhos pelo fato de ser a primeira vez que um concurso de miss aposenta o maiô. Confeccionados pela grife carioca Salinas, os modelos mais comportados em azul marinho carregavam nos sutiãs as iniciais do estado de cada uma, e tinham como inspiração os modelos usados pelas Bond-girls, da série "007".
- Achei que ficou muito chique - opinava Martha Rocha, Miss Brasil 1954.
Adalgisa Colombo, a mulher mais bonita do Brasil em 1958, também gostou do que viu.
- O biquíni é lindo e tem um caimento maravilhoso. Quero um desses!.
(Hummmmm.....)
O clímax se aproximava e as candidatas foram chamadas com seus respectivos trajes de gala, feitos pelo estilista Marcelo Sommer, e com belas jóias da Amsterdam Sauer. Com modelos em linhas mais secas que lembravam os usados pelas deusas gregas, os vestidos nas cores rosa, azul e verde (em tons um pouco fora de moda) tinham ainda faixas amarradas à cintura deixando para trás os antigos modelos drapeados e com babados. As aplicações de cristais Swarowski também se destacaram.
- Não adianta ser somente bonita, porque beleza é um dom. Mas a miss deve ser culta - profetizava Micherif, anunciando a pergunta de conhecimentos gerais:
- Qual a importância do Papa João Paulo II?
Dentre pérolas como "ele levou a paz para todas as humanidades (sic)" e "ele pode ser considerado o homem desse ano", a miss Espírito Santo, Ariane Colombo, atacou:
- O Papa é um anjo enviado por Deus, mas não deveria ser tão radical em relação à camisinha, ao aborto e ao homossexualismo.
Bingo. Mesmo não sendo uma das preferidas, ela levou a terceira coroa.
Depois do anúncio das vencedoras, o barraco se instalou. A Miss Minas Gerais, indignada com seu 5º lugar, saiu quebrando tudo e gritando "Ficar aqui para quê? Agora não tem graça". Um segurança tentava conter a moça, que desandou Copacabana Palace afora. De traje de gala e tudo.
Enquanto isso, as misses vencedoras riam incansavelmente para o batalhão de fotógrafos e de parentes, é claro. A mãe da grande vencedora , a Miss Santa Catarina Carina Beduschi, não parava quieta com sua câmera digital e dava ordens para "ela não parar de sorrir". Ela só desobedeceu sua mãe para beber um copo de água.
Nesse meio tempo, a governadora do Estado do Rio de Janeiro Rosinha Matheus, mostrou que não estava mais agüentando a confusão.
- Vou ter que subir aí de novo? - reclamava a governadora convocada pela emissora patrocinadora do concurso para dar mais uma entrevista no estilo "esse evento só prova que o crescimento econômico da cidade está cada vez maior. Nossa cidade é belíssima e esse concurso é bom para o turismo".
Enquanto isso, no ponto em frente ao hotel, um taxista reclamava de um assalto que acabara de sofrer. Na esquina do Copacabana Palace.
- Postado por: Tati às 03h58 AM
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Homens x Mulheres
Ola, vcs jah devem ter discutido muito isso aqui mas tava falando com a sulamita apos a palestra dela q achei mto interessante... Acho o seguinte: Mulheres e Homens nao sao iguais e pronto. Nunca foram, nem serao. Mulheres e homens nao podem ser tratados da mesma forma. O ideal ateh seria q fossem, mas as proprias mulheres e os homens nao gostarao disso.
Primeiro: Homens nao sao Iguais a mulheres. Notem q eu nao falei q um eh melhor que outro. Mulheres sao melhores em algumas e homens sao melhores em outras. Isso eh fato. Existem livros sobre isso que costumam ser muito legais. Eu tenho aquele "Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor ?" O autor e a autorA mostram cientificamente e historicamente por que existem as diferencas. Um homem le esse livro e concorda plenamente com tudo que esta escrito e acha q eh um livro machista. Uma mulher le o livro e concorda com tudo e acha q eh um livro feminista. O livro foi escrito com base em diversas pesquisas. As pesquisas mostram o comportamento da MAIORIA de um determinado grupo. No caso, o livro comparou o comportamento da maioria dos homens com a maioria das mulheres. O mais importante do livro eh que nao foca discutir o que eh certo nem o que eh errado, e sim como melhorar a convivencia dos dois estando ambos cientes das diferencas. que acho ser o mesmo objetivo das chix.
Por exemplo: eu se fosse homem poderia protestar que nao consigo emprego como recepcionista. Um cargo q eh majoritariamente ocupado por mulheres. Mas DE FATO as mulheres tem a habilidade de fazer mais coisas ao mesmo tempo do que o homem. Uma mulher consegue tomar conta da criança, fazer a comida, ver tv e falar ao telefone ao mesmo tempo. Um homem ou ouve o que vc fala ou ve a tv. Por isso as vezes ateh respondem mal qnd alguem os interrompe qnd estam concentrados lendo algo.
em fim, soh quero dizer que eh fato que homens e mulheres sao diferentes e acho q ambos devem aprender a conviver com essas diferencas.
Em segundo lugar: homens e mulheres nao poderiam ser tratados de mesma forma... Se um homem chega pra outro cara q eh muito amigo que nao o ve a muito tempo "caralho viadinho !!! tah sumido hein ? tava fazendo o que, dando o cuh por aih ?" claro q nao precisa ser assim, to exagerando.... e os dois se abracam e conversam numa boa. Se um homem chegar pra uma puta amiga (e nao amiga puta) e disser "fala sua puta !! tah sumida ! tava com saudades" Ela nao vai gostar nem vindo do melhor amigo nem sabendo q eh brincadeira.
Da mesma forma que duas garotas se arrumando pra sair conversam sobre q roupa combina com qual outra durante 40 minutos e leva 80 min pra tomar banho, se uma amiga chama um homem q pode ate seu namorado, pra ficar perguntando a maldita roupe e ter q esperar ela tomar banho por 80 minutos o cara n vai gostar.
Mais uma vez: nao to dizendo o q eh pior ! Se alguma garota aki pensar: "Mas xingar eh muito feito. ninguem devia gostar. Jah escolher roupa eh um dialogo muito instrutivo" ou se algum cara disser: "Mas xingar eh legal, sinal de q vc eh amigo dele. Um homem nunca chama alguem q ele nao conhece de um merda. Jah escolher roupa eh ridiculo, eu sempre ponho qualquer uma. e pra 80 minutos no banho ???" nao sao com essas pessoas que eu gostaria de discutir. Homens e mulheres tem cabecas diferentes e modos diferentes.
Ok, eh basicamente isso. nao vou citar mais fatos pra nao ficar uma biblia isso aqui. beijos
- Postado por: Tati às 12h05 AM
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Companhia no parto
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A hora do parto é um momento sublime e único na vida de todas as mulheres. Para aquelas atendidas na rede pública, no entanto, a emoção muitas vezes se mistura ao medo e à insegurança. A espera é longa, as condições nem sempre são as ideais, mas uma lei sancionada nesta quinta-feira traz uma nova a esperança para quem tantas vezes se sentiu sozinha na maternidade.
Renata Beltrão sabe como é importante a presença de um acompanhante na hora do parto. Ela tem três meninas. A caçula nasceu sábado e o pai estava junto. “Meu marido ele se comportou extremamente bem no parto. Não ficou nauseado, não olhou pro lado. Ele teve ali do meu lado”.
“Ver nascer, ver coroar, pegar, cortar o cordão. Fica mágico, fica místico, une céu e terra, une carne e espírito”, conta o pai Luiz Beltrão.
Ter acompanhantes nesse momento tão delicado, só era possível em hospitais particulares. Hoje, o presidente em exercício, José Alencar, sancionou a lei que institui o chamado parto humanizado. Agora, a mulher tem direito a ter alguém da família ou um amigo na hora do parto. Isso pode ser feito em todos os hospitais públicos ou naqueles conveniados ao SUS.
O Ministério da Saúde ainda não tem números, mas tem estudos que comprovam que o parto acompanhado diminui os custos do SUS. É menor o número de cesarianas e o tempo de internação, reduzindo as complicações pós-parto como a infecção hospitalar.
Uma cesariana custa para o governo de 400 a 620 reais, já o parto normal varia de 290 a 400 reais e não é só na hora do nascimento que o acompanhante ajuda. Para os médicos o acompanhamento durante toda a gravidez traz excelentes resultados. Num momento tão importante tanto para a mãe quanto para a criança, os médicos lembram que vale a pena todo esforço.
“A principal vantagem é a mulher se sentir segura e acolhida. Todos os trabalhos científicos falam que independente de quem seja o acompanhante, se ele passar para a paciente amor, segurança ou atenção, a gente sabe que muitas coisas vão dar melhor nesse parto”, garante a médica Giovanna Mendonça. |
- Postado por: Tati às 11h58 PM
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O segredo da elegância
A sintonia fina entre o que dizer, vestir ou fazer na hora certa e no lugar certo tem um nome: elegância. Mas existe uma receita?
A elegância tem uma regra? Os velhos livros de etiqueta dizem que sim. Mas nenhum manual consegue dar a receita exata daquela sintonia entre o que se faz e o que se veste. Um estado de graça, que faz a vida parecer mais leve. O cotidiano se torna quase um detalhe.
Mesmo quem desdenha tem que admitir: a elegância abre passagem e portas. Desde os tempos mais remotos, um determinado comportamento, alguns traços, os símbolos estéticos serviam para distinguir quem mandava nos simples mortais.
"Na época de Luís XIV, foi muito interessante todo esse fator da elegância. Ele usou isso para controlar a aristocracia, porque a preocupação que eles tinham era extrema - o lenço tinha que estar em determinado lugar, a renda deveria ter tantos centímetros, o cinto tinha que estar em tal altura. O rei queria que toda a corte se preocupasse com isso", conta a consultora Fernanda Bastos.
Ao longo dos anos, os códigos de elegância foram se ampliando e se tornaram mais democráticos. Com um terno bem cortado, a saia na altura certa e um corte de cabelo à la garçone, já se podia transitar nos salões.
Mademosele Chanel determinou o fim da palidez aristocrática e colocou o bronzeado dos operários na pele dos elegantes, e soube traduzir nas roupas, como ninguém, o anseio de liberdade de uma década.
Dior deu uma receita pronta, ao sugerir um look completo, da cabeça aos pés. O new look devolveu a elegância e a feminilidade perdida com a guerra.
Até a rebeldia dos anos 60 - quem diria! - foi capaz de produzir uma das parcerias mais bem sucedidas da moda: a camiseta e o jeans.
Para ser elegante bastava conhecer as regras e os objetos de desejo. "Falar baixo", enumera a atriz Daniela Escobar. "Postura, cavalheirismo...", diz a consultora de moda Constança Bastos.
"Uma gravata colorida lisa, de preferência, pelo meu gosto", opina ainda Daniela Escobar.
"O sapato é importantíssimo", garante Fernanda Bastos.
Pronto! Meio caminho já estava andado. Meio porque a outra e definitiva metade sempre dependeu de algo mais. Beleza? Não necessariamente.
"Eu acho que há pessoas que esteticamente eu não diria que são feias, mas exóticas ou diferentes, e que conseguem levar melhor, digamos assim, um estilo, que acaba sendo elegante ou diferente, glamouroso", observa Daniela Escobar.
"Mulheres que não são muito bonitas, nem têm muito dinheiro podem ter uma personalidade forte. Personalidade forte faz parte do estilo e da elegância", aponta Constança Bastos.
E dinheiro compra elegância? Para a estilista venezuelana Carolina Herrera, é preciso mais do que belas roupas: "É uma forma de falar, de viver. É toda uma combinação".
"Nos anos 70, no píer da praia de Ipanema, havia um homem que vendia cocada. Ele era elegantérrimo. Estava sempre todo de branco. Punha aquele tabuleiro na cabeça e vinha gritando: olha a cocada, olha a cocada! Qual era o segredo dele? Pensando bem, eu acho que era a postura, a maneira como ele andava, porque ele não tinha nada de mais: usava uma calça branca e uma blusa branca, e um tabuleiro na cabeça ainda por cima", lembra Fernanda Bastos.
O que determina o chique hoje está muito menos relacionado aos símbolos de status, de dinheiro. No mundo cada vez mais individualista, a elegância talvez esteja em olhar menos para si mesmo e prestar mais atenção no que está em volta, no que o outro tem a dizer. Perceber que o que importa é a troca e, é claro, a capacidade de admitir tropeços e seguir em frente.
"Quando eu ve jo essas meninas na passarela que se enroscam nas pernas ou caem do salto, eu vejo que a gafe é tratada como uma coisa natural, que humaniza as pessoas", diz o ator Raul Cortez.
"Eu posso te dizer que chique, hoje em dia, é ser feliz", completa Fernanda Bastos.
"Você deve ter sentimentos, tais como generosidade, solidariedade... Uma série de coisas que acabam embelezando você e trazendo uma certa maneira de se colocar. É se diferenciar nesse sentido", resume Raul Cortez.
- Postado por: Tati às 11h56 PM
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O AMOR
É o mair sentimento;
entre os seres humanos;
sua serenidade e maguinitude;
demonstra para o ser amado;
uma reciprocidade
magínifica, diguína;
de manifestações eternas;
sobre tudo é precizo;
saber lidar com tal sentimento;
Pois a sua força é tamanaha
Capaz de quebrar corações alheios
TÁTILA DE JESUS
- Postado por: Tati às 11h09 AM
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 Eu e Wil...
Esse final de semana, rolou algumas discusões, mais nada que seje grave.
Somos muito parecidos.
Temos o mesmo siguino
Eu sou muito teimoza, sempre acho que tenho razão e não dou o braço a torçer
Daí acaba tudo em paz, quando ele pede desculpas ...
Volta o love, de sempre!!!
 
Terminando a briga.
Nós dois damos rizadas
das coizas que nos foram ditas.
O nosso amor é muito maior do qualquer besterira
- Postado por: Tati às 10h51 PM
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COMUNICADO
IMPORTANTE PARA TODOS BLOGUEIROS..
Tem um grupo de descussão de e-mail do yahoo, destinados para todos blogueiros, que gostariam de estar divulgando, seus blogs, ou até mesmo estar conhecendo pessoas novas, que adoram blogar. è muito facil participar dessa comunidade basta enviar e-mail para o endereço: comunidadedoblog@yahoogrupos.com.br. Wesley foi o criador dessa comunidade se quizerem conferir o seu blog para ter mais informações é:
http://doidonanet.zip.net.
- Postado por: Tati às 05h41 PM
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