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Meu perfil BRASIL, Sudeste, SAO VICENTE, JARDIM NOSSO LAR, Mulher, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Cinema e vídeo, Livros, Escrever MSN - tati_dad@hotmail.com |
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| Aos trancos e barrancos | ||||||
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Eles têm pouco mais de dez anos e já são considerados velhinhos. Rodam em várias cores e modelos e carregam uma indústria que movimenta mais de dois bilhões de dólares por ano e que gera muito emprego, diz o presidente da associação nacional de distribuidores de autopeças, Frederico dos Ramos. "Se calcula que emprega um milhão, cento e sessenta mil pessoas."
Na rua, quase oito milhões de veículos, 36% de frota brasileira têm mais de uma década. "Há uma característica do brasileiro de ter que usar o carro por mais tempo, mas, ao mesmo tempo, eles têm uma manutenção elevada", Sven Dinklage, coordenador de estudos do Sindipeças. São os carros mais velhos que mantêm o galpão de peças. Sessenta e cinco mil itens ocupam todo o espaço. "Eu tenho que ter peça pra tudo pra poder atender o proprietário desse determinado veículo", conta o diretor da loja, Cláudio Sato. O proprietário não quer nem saber. Quer deixar o carro inteiro. Uns por gosto, como o motorista Mário Galvão. "O brasileiro gosta de carro, é apaixonado por carro." Outros por necessidade, como diz o aposentado Ilmar Pereira. "No meu poder aquisitivo acho melhor pintar do que comprar um novo." Há aqueles que consomem porque não tem outra opção. A equipe de reportagem flagrou um homem que precisou repor uma peça para fazer o carro andar e precisou consertar na hora, na porta da loja de autopeças. O que faz esse mercado ser tão dinâmico é a necessidade do motorista. Geralmente, ele tem apenas um carro e, quando dá problema, não é possível esperar. Carro velho, com peça nova. Os pára-choques para os fora de linha estão tinindo na fábrica. São produzidos vinte e dois mil por mês. Metade vai para o velho fusca. O dono da empresa sabe que o negócio não vai parar. Para ele, os velhinhos nunca vão morrer. É o que afirma Marcelo Faraj, diretor da empresa. “O carro que hoje é novo, daqui dez anos ele vai ser um carro velhinho e esse carro vai estar precisando de peça. Nós vamos estar aqui para atender." A Varig apresentou ao governo uma proposta de recuperação judicial da empresa, com base na nova lei de falências que entrará em vigor em maio. O vice-presidente e ministro da defesa, José Alencar, ouviu a direção da companhia mas não deu a posição oficial do governo. O que é certo é que fica descartada a hipótese de transformar as dívidas da Varig com órgãos públicos em créditos, o que na prática seria uma estatização da empresa aérea. |
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| Faniquito de Cicarelli ajudou carreira da rival |
| Tuca Vieira/Folha |
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| Escândalo de Cicarelli deixará Caroline rica |
Ó, profundidade do amor divino!
Descomedido convite do céu!
Imerecida luz! Dom repentino!
O coração que produzira fel
Agora bate em contração celeste:
Milagre interno! A fim de resgatar-me,
O bisturi sagrado do Bom Mestre
Remove a pedra e ressuscita a carne;
Pranteia o choro que antes fora meu;
Acalma a fúria do meu velho eu:
Zeloso ser que é egoísmo e pó...
Dá sincronia ao que era descompasso:
Os corações se unem num abraço,
Recomeçando uma batida só!
Eu odeio violência, mas essas meninas são de ouro.
Elas dão a cara pra bater
"Quando eu tinha dez anos, pedi ao meu pai uma luva de boxe. Ele me deu uma surra e uma Barbie", conta a pugilista Tatiana Cozaciski, 24, a Lalla, o corpo coberto por 39 tatuagens, que vão da imagem do Sagrado Coração de Maria à gatinha meiga Hello Kitty. Para pagar a passagem de ônibus e continuar treinando, faz bicos como segurança de casa noturna. Ela diz que seus pais, um mecânico e uma dona-de-casa, continuam condenando sua paixão pelo ringue.
Loren mora com os pais na Vila Clementino (zona sul), cursa o 2º ano do ensino médio e faz planos de ser bióloga. Começou a treinar boxe porque um problema na perna impediu que seguisse jogando handebol. Tomou gosto e agora se prepara para a seletiva do Pan-Americano de Buenos Aires, em março.
"Eu me apaixonei pelo boxe, é muita adrenalina. Mas já apanhei muito. O nariz, ainda não quebrei", diz, mexendo nos cabelos castanhos longos e lisos, presos por um rabo de cavalo que ela arruma a cada dois minutos. A adolescente se define como "peso galo" (atletas com até 54 kg), embora não existam mais nomes para as categorias no pugilismo feminino.
"Menina de Ouro" traz Hilary Swank, a caminho de ganhar sua segunda estatueta de melhor atriz, como Maggie Fitzgerald, garçonete pobre e solitária que tem no boxe seu único sonho. Indicado como melhor ator e diretor, Clint Eastwood é o técnico amargurado que, sob protestos, aceita ser seu treinador.
Nos EUA, maior centro do boxe profissional e grande potência do esporte, o pugilismo feminino vez ou outra dá lampejos de sair do ostracismo: o país tem algumas estrelas com nome e, principalmente, sobrenome (leia texto abaixo). No Brasil, ele é ainda incipiente. As atletas têm pouco apoio, dificilmente arrumam patrocinadores, e as lutas não dão retorno financeiro.
O perfil básico das praticantes: estudante do ensino médio (o antigo colegial), de classe social baixa, que enfrenta resistência da família no começo. "Nas academias de elite, o boxe recreativo tem feito sucesso porque melhora o condicionamento físico e alivia o estresse, mas o boxe carrega o estigma de ser violento, e a mulher ainda é vista como sexo frágil. A sociedade não entende por que ela vai praticar esse esporte", diz a ex-árbitra Maria Aparecida de Oliveira, 48, presidente da Federação de Boxe do Estado de São Paulo e ex-diretora de boxe feminino da confederação.
Boxe não dá dinheiro, não", afirma seu pai, o padeiro aposentado José Caetano dos Santos, 66. "Mas, graças a Deus, ela sempre lutou bem e nunca se machucou. Eu gosto de ficar bem perto do ringue, mas minha mulher se esconde dentro do banheiro, para não ver a menina apanhando."
Praticado há pouco mais de cinco anos no Brasil, a versão feminina do esporte "engatinha" e precisa de mais tempo para crescer, na visão do ex-lutador Servílio de Oliveira, 56, que deu ao Brasil a única medalha olímpica na modalidade, um bronze nos Jogos Olímpicos da Cidade do México, em 1968.
"As mulheres ainda estão muito atrasadas, mas chegar longe vai depender do potencial de cada atleta. Pergunte à Laila Ali se ela não ganha dinheiro", diz ele, hoje coordenador da divisão de boxe do Centro Olímpico, da Secretaria Municipal de Esportes, onde treinam 18 meninas. "Aqui elas praticam de graça, mas têm a obrigação de ir para o ringue", explica.
Duda rechaça as "lendas" associadas à modalidade. "Muita gente estranha quando vê que eu estou bem. Dizem: 'Mas você luta boxe e não é toda quebrada?'. Qualquer esporte tem seu risco, eu já quebrei o nariz nadando."
"Medo de se machucar todo mundo tem", admite Adriana Salles. "Penso que posso quebrar o nariz ou receber um golpe e cair [faz o sinal da cruz. Mas uma coisa eu aprendi com o boxe, e o meu treinador sempre repete: 'Nunca dê as costas a um adversário'."
Vale para todo mundo, e quem viu "Menina de Ouro" certamente vai concordar com ela.
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Sem pressa, eles vão longe. Na vida e também no trânsito. Se você ainda não reparou, pode observar: o número de idosos dirigindo é cada vez maior.
“Não tenha medo, pode ficar descansado”, diz o motorista experiente. Não tenha mesmo, afinal são 98 anos de idade, 80 no trânsito e Goliardo Baldanzi nunca bateu ou recebeu uma multa sequer.
O cuidado não é só um volante, seu Dulberto Catunda, de 85 anos, pega a estrada a cada duas semanas e só viaja se o carro estiver com tudo em ordem. “Sempre faço a revisão”. A prudência faz dos mais velhos os que menos sofrem acidentes. Apenas 3,8% dos condutores que bateram em 2002 estavam acima dos 60 anos. Não porque haja poucos idosos no trânsito. São 5 milhões no Brasil. Com o aumento da expectativa de vida para 71 anos, em média, a cena de idosos no volante está se tornando cada vez mais comum. A direção cautelosa traz vantagens para o bolso. Quanto mais experiente o motorista, mais barato é o seguro do carro. Por isso os idosos pagam metade do que os mais jovens pagam. “Dirigem apenas em determinados horários, fazem trajetos mais regulares”, afirma Ricardo Xavier, da Federação das Seguradoras. Seu Guilherme Vital concorda. A primeira carteira de motorista dele ainda tinha selos. Hoje, aos 75 anos, ele recorda um tempo em que dirigir era bem mais tranqüilo. “O pessoal hoje acha que o bom motorista é aquele que corre muito e eu acho que não, acho que é aquele que vai na velocidade permitida”
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A importância da utilização do periódico em sala de aula está ligada à necessidade dos professores reconhecerem os atributos fundamentais do jornal. "Ele traz uma visão ampla e atualizada, combina recursos de comunicação com caráter didático como tabelas e gráficos, garante uma visão dos processos, é reconhecido como espaço de difusão de idéias, de defesa de interesses e tem forma multidisciplinar e interdisciplinar." Para Trindade, os professores podem formar um aluno leitor que compreenda que as pessoas difundem idéias no jornal e que ele também pode difundir as suas próprias idéias. O estudante pode compreender que vive em uma sociedade conflitante onde ocorre um jogo de interesses e que o jornal reproduz esse jogo.
Trindade ressalta também a necessidade da escola deixar de ser abstrata, não vinculada à realidade. Para ele, as disciplinas precisam estar relacionadas às coisas do dia-a-dia. O jornal promove essa relação pois traz informação atualizada, recursos de comunicação que facilitam a compreensão dos fatos. O aluno pode entender a lógica dos movimentos da sociedade e criar sua próprias hipóteses, pode entender, contestar, expor idéias - coisas fundamentais para que ele saiba defender os seus interesses.
Outra reflexão proposta pelo palestrante aos educadores é se a escola dá o que o aluno precisa. Trindade diz acreditar que o estudante gosta da escola e quer frenqüentá-la, pois espera algo dela. "É a única chance dele adquirir ferramentas para superar suas necessidades e dificuldades. Os professores devem questionar se estão instrumentalizando os alunos e a comunidade." O palestrante explica que os PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) dizem ser contribuição da escola proporcionar um projeto de educação comprometido com o desenvolvimento de capacidades para intervir na realidade para transformá-la. "A cidadania é um dos eixos da educação. Por isso, o educador precisa assumir seu papel político pedagógico, articular-se com a comunidade e trabalhar conteúdos contextualizados e não abstratos. A escola deve ser um espaço de transformação para a comunidade."
Olá...hoje estou numa correria..enorme. Tenho que visitar 5 clientes.: 2 são de Praia Grande ,1 de Cubatão e 1 de São Vicente
..Ufa..e ainda a noite ter um tempinho para sair com o namorado . Aja fôlego!. Mas tudo vale a pena, quando a gente faz o que gosta. Afinalo trabalho engrandeci o homem.
O legal de ser representante comercial, é os diversos tipos de pessoa que você passa no dia a dia. E o engraçado é que você depende delas. Pois só com a conclusão da venda que você pode garantir seu salário. Afinal de contas a maioria de representantes, vivem atráves de suas vendas.E eu sou um deles.
PORTANTO:
é uma luta...a venda é como se fosse um leão que você tenque matar , todos os dias para sua sobrevivência.
Se não você que morre vitíma do leão ( neste caso é a concorrência)
Bom..vou indo nessa porque tenho que correr muito ainda hoje..bjs..
Nessa vida todos nós passamos, por várias fases. Algumas levam anos e anos ou até mesmo dècadas para terminarem. Já outras levam menos tempo 2, 1 meses.
Eu já passei por várias fases,nesses últimos 20 anos
MENINA REBELDE:
Dos 9 aos 13. Comportamento: O meu relacionamento com meu pai era difícil, tinha costume de enventar mentiras para minha família. Odiava ficar em casa aos finais de semana. Amigos: Eram só meninos, gostava de jogar video e game, impinar pipa, se pendurar no ônibos, brigar na rua. Minha família nessa época me rotularam como: " Maria Moleque"
ADOLESCENCIA
Dos 13 aos 16. Comportamento: O meu pai morreu. Amadureci, me tornei vaidosa, começei a ficar com meninos mais velhos. Amigos: Era muito de ir a balada, curtir, dançar, e dar beijos na boca. Mas procurava alguém para namorarar. Me apaixonei por Rock, e violão se tornou minha paixão. Namorei um garoto dois anos mais novo, ele era Metaleiro. Não respeitava os meus sentimentos. Gostava mais dos amigos do que de mim
Dos 16 aos 17. Comportamento: Nirvana, era a banda que eu mais gostava, namorei um menino grunge,este era muito largado, fumava maconha, minha mãe pediu para eu terminar com o namoro. Ao passar o tempo, vi que minha mãe tinha razão, terminei o namoro. Amigos:E continuei a curtir meus amigos, viajavamos direto, sempre para lugares diferentes. Iamos constantemente a praia.
CARETA
Dos 17 aos 20. Conheçi meu verdadeiro amor on-line. Me entreguei de corpo e alma ao meu trabalho. Me tornei caseira e estudiosa. Entrei na faculdade, optei por Marketing. Aprendi a conviver com vários tipos de pessoas.Tive Comunicação Empresarial, no meu curso. Esta matéria fez com que eu desistisse do minha faculdade, pois vi que estava no lugar errado, ou melhor no curso errado. Foi muito difícil para mim, me dar conta disso. Este ano entro na faculdade de jornalismo.
Hoje, sou rotulada pelos meus amigos e familiares. " A certinha " "caseira" "apaixonada". Hoje tenho outras pretenções sonho em me casar com o meu namorado, e ter a nossa casinha, e consequente ser muito feliz com ele.
Espero que essa fase de felicidade constante não acabe nunca mais..desejo isso a todos vocês, a paz no coração.
É superando seus limites que você cresce.
É desafiando o perigo que você descobre a coragem.
Arrisque e descobrirá como as pessoas crescem
quando exigem mais de si próprias.”
O ser humano, tem capacidade de se relacionar com uma ou mais pessoas.Diante disso existe vários tipos de relação:
ENTRE HOMEM E MULHER
FAMÍLIA
È um relacionamento, complicado. pois todos se amam. Mas toda família tem um probleminha, é difícil uma família perfeita. è o genrro que não se entende com a sogra, é a irmã que não se entende com cunhado, a irmã que tem ciúmes do irmão. Entre outros inúmeros casos. Mas o amor é forte, por isso essa relalção de altos e baixos. Amor de mãe e de pai por um filho, não se altera, mesmo se o filho for um criminoso o pai vai sempre amar. Pode haver brigas, mas nada derruba o sentimento.
Cada um tem sua preferencia, de brincar carnaval.A minha, definitivamente, é de curtir meu namorado, nesse feriadão prolongado. Mas tem pessoas, moradoras em outras regiões, que vem para as cidades da baixada santista, nesta época, para arranjar confuzão. Pudera sempre tem exessões, não são todos. Sendo moradora de uma cidade, localizada na baixada santista.Fico indiguinada com tanta, capacidade de conseguir arranjar problemas em lugares diferentes de onde moram. Acredito que essas pessoas não agem dessa forma em suas respectivas cidades. Eu acho certo e divertido, cada um curtir do seu jeito... mas sem envolver ninguem
Na noite de ontem, um casal bêbados , atropelaram uma garota , esta morreu na hora. O casal, fugiu após o acidente..
É muito triste ter q assistir este tipo de violência, em pleno carnaval!
Carnaval é tempo de festa alegria diversão.
E vc como costuma curtir o seu carnaval? Comente
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"Você, nasceu dentro de uma confecção".. assim que minha mãe, se refere da minha educação. Esta desde menina, trabalhava como costureira. Até, que um dia ,se cansou de ser apenas uma mera funcionaria.Logo, mais se casou, comprou um apartamento. E se dedicou para ter um negócio.Iniciou com 2 funcionarios. Posteriormente, comprou uma casa, com lugar mais espasozo e contratou mais profissionais. Ficou gravida de 2 meninas. Passou o tempo, eu e minha irmã crescemos, no meio daquela confecção e com garra de trabalhar. Hoje somos uma equipe forte, persistente as mudanças contínuas dentro de qualquer negócio.Depois de estarmos disputando no mercado, com grandes marcas da linha surf wear. Descobrimos que é complicado trabalhar em torno de tantas marcas muito bem aceitas perante ao publico alvo, a se atingido. Só nos restava, nos enfocar para outro tipo de mercado, este era Uniformes Escolares. Graças a Deus, estamos conseguindo atingir todos os nossos objetivos.
Paresse que cada dia que passa estou mais confiante, no meu trabalho e em tudo o que eu faço! Estou muito feliz, a minha vida pessoal esta maravilhoza, meu namorado esta sempre presente quano eu mais precizo!!!!!!.... VIva o amor!
Durante a minha infância, aflorou a paixão pela leitura, e consequentemente o amor pela escrita. Me deparei, criando idéias para escrever um livro. Mas eu tinha apenas 9 anos de idade . Até porque meu nivel de criatividade, era alto, por eu ser ainda uma menina, porém não sabia colocar muito bem as palavras. Mas tinha um objetivo ser escritora. O tempo passou, e a minha profissão apareceu de uma forma, quase sem outra alternativa. Eu não tinha experiência, portanto a primeira oportunidade que apareceu eu agarrei com força e determinaçâo, esta era trabalhar com vendas. Passei a me dedicar de uma forma toda especial ao meu trabalho, por essa razão nem pensei duas vezes dcecidi fazer faculdade de Marketing. Fiz por 2 anos. E dentro desse curso tive aula de Comunicação Empresarial, nestas aulas que eu tive descobri o verdadeiro sentido do jornalismo, este me enfeitiçou por completo. De repente me vi no passado como criança,aquele sonho enfim de ser escritora havia voltado, com tanta força, que fez com que eu saíssse do meu curso, para entrar em outro.
Nunca desista dos seus sonhos, mesmo quando de certa forma eles estão camuflados no seu conciente.
Casal só love.. eu e meu namorado!!!.
OI, Bem Vindo!!!
O que é Comunicação informal: é a comunicação feita por um ou mais receptores, desde que a mensagem é passada de uma forma mais clara.
Dessa forma a minha proposta nesse blog, é que vc possa navegar se comunicando com assuntos interessantes, fatos que acontecem na minha vida!, entre cinemas e artes.
Obrigada pela sua visita!!